Se a viabilidade sempre “fecha”, tem algo errado.
Muita gente trata o estudo de viabilidade como uma etapa para validar o projeto.
Mas, na prática, ela deveria servir para o contrário:
Testar, tensionar e, muitas vezes, reprovar.
Quando a viabilidade vira um exercício para fazer o projeto caber:
– Premissas ficam otimistas demais
– Custos são subestimados
– Riscos são ignorados
E o projeto nasce com um problema invisível.
A conta vem depois — na obra ou no caixa.
Viabilidade bem feita não é a que aprova.
É a que mostra a realidade.
Inclusive quando a melhor decisão é não seguir.
No curto prazo, pode parecer perda de oportunidade.
No longo prazo, é o que preserva resultado e sustentabilidade.